João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento,
Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes
que não tinha entrado na história.

Conheço este poema de outros tempos, das aulas de Literatura Brasileira. Nunca mais o esqueci e, de vez em quando, ainda o digo… aliás também anda pelo Letras!
Que boa lembrança. 🙂
Um abraço.
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Ocorreu-me entretanto uma quadra do mesmo autor que digo muitas vezes:
“Mundo mundo vasto mundo
se eu me chamasse Raimundo
seria uma rima, não seria uma solução.
Mundo mundo vasto mundo,
mais vasto é meu coração.” 🙂
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Olá Deep,
Eu que não estudei literatura só agora encontrei os versos na net… Mas gosto do sentido de humor do autor… Afinal quem melhor se safa é quem não ama ninguém!
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Não sei se é quem melhor se safa. Estou pelo menos convicta que não é quem melhor vive. Passar pela vida sem amar de verdade parece-me uma lacuna grave na conjugação do verbo viver. Mesmo considerando a dor (ou as dores) que muitas vezes vêm no pacote do amor.
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Sem dúvida!
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Essa quadrilha é de morte 🙂
beijoss
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