À hora que escrevo, muitos estão ainda a almoçar com as suas mães. Hoje é um dia especial e é com elas que devemos estar.
Eu almoçarei só, com a minha.
Já nem sei há quantos anos partiste, só sei que foi há muitos, há anos demais.
Bem sei que já não era criança, mas continuavas a fazer-me falta.
Uma mãe, quando o é como tu soubeste ser, faz sempre falta.
Faz-me falta poder tratar de ti na tua velhice, como tu trataste de nós quando éramos crianças. Faz-me falta a tua generosidade, faz-me falta o teu sorriso, faz-me falta o pão que cozias no forno a lenha.
Hoje estou sozinho, contigo.
Hoje, como em muitos outros dias, fazes-me falta!

Tal como a minha. Partiu, mas está sempre comigo. 🙂
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Partem sempre cedo demais, Luísa. Mas as recordações ficam…
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Algum dia deixamos de querer colo, João? Eu tenho esta idade e, de vez em quando, ainda deito a cabeça no colo da minha mãe para ela afagar o meu cabelo.
Um abraço apertado . (Hoje passei na tua terra e lembrei-me de ti. )
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Um abraço, Deep. Tenho saudade do ar da serra.
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