Peregrinações II

Nunca  mais aqui falei desta aventura de agosto do ano passado.

A verdade é que desisti ao fim do primeiro dia. Fomos demasiado ambiciosos para a preparação que tínhamos ou, pelo menos, para a preparação que eu tinha… Ao fim de quase 20 km, no primeiro dia, paramos mas era tarde demais. O calçado que tinha levado tinha aquecido os pés e, com a humidade, criado bolhas que me levaram ao hospital e impediram de andar por dois ou três dias. A minha irmã estava bem, mas eu tinha que desistir 😦

Quarta-feira, dia 25, retomei esta empreitada, desta vez com a minha irmã Judite, e chegamos ao nosso destino na sexta-feira, dia 1 de abril, a meio da tarde.

Não gosto de prometer muita coisa, mas gosto de cumprir as promessas que faço. O caminho que o GPS nos indicou não é muito bonito, a não ser num troço entre Pombal e Barracão que fizemos no segundo dia.

Fizemos entre 25 e 29 km por dia e agora sei que esse é o meu limite!

Desta vez paramos para arejar os pés, chegando ao fim muito cansados mas quase sem bolhas!

Um muito, muito obrigado à minha irmã Judite, mas também à Maria e à Clorinda que nos telefonavam e estavam na estrada connosco ou, tenho a certeza, que teriam gostado de estar!

Um muito obrigado também aos amigos que vivem em Fátima e que deram um apoio muito importante nas duas últimas etapas!

Agora sei o que é ser um peregrino, ou, pelo menos, um peregrino de três dias pois  há quem ande muito mais!

Se valeu a pena?

Valeu.

Andaria tudo outra vez!

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