Não, não falarei de Manchester, nem alterarei a minha foto no Facebook, nem uma palavra. Não chamarei filhos da puta aos cobardes que se rebentaram e que pensaram na melhor estratégia de matar. É muito provável que as suas mães nem tenham culpa nenhuma e, mesmo que tivessem, tenho muita consideração pelas putas para as misturar nesta história!
São um bando de meninos mimados e cobardes, que matam para terem atenção. Faltaram-lhes os estalos na cara, quando eram pequeninos, e agora pensam que podem matar e espalhar o medo só porque têm armas ou porque entram num caminho sem retorno que os leva a rebentar um dia na esperança de encontrar virgens que fodam com eles sem serem obrigadas a isso!
Falarei aqui dessa gente no dia em que forem notícia por salvarem refugiados no Mediterrâneo. Até lá, não escreverei nada aqui onde ninguém lê. Não, não falarei hoje de Manchester. Prefiro chorar, em silêncio, pelos que partiram sem culpa nenhuma, mesmo sem saber quantos foram, de onde eram, de quem eram filhos ou se tinham irmãos…

Não sou de palavras duras e cruas…mas por vezes é importante que sejam ditas.
Hoje, aqui e neste post, elas têm todo o sentido….porque uma parte do mundo perdeu realmente o sentido.
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