Afinal, o que dá o amor?

“O amor dá abraços (daqueles que aquecem o coração por dentro). E beijos (que nos fazem levitar). Dias há em que o amor provoca a sensação de borboletas na barriga (que atire a primeira pedra quem nunca sentiu isto!). E dá noites mal dormidas (a pensar: humm será que ele … oh! Que ideia a minha!). No dia a seguir, pode muito bem haver olheiras (o amor dá olheiras? Não tinha pensado nisso!).” Palavras de Joana Sousa, roubadas aqui Continuar a ler Afinal, o que dá o amor?

Coisas que roubo, sem vergonha! (2)

Sei que é preciso sonhar. Campo sem orvalho, seca A frente de quem não sonha. Quem não sonha o azul do vôo perde seu poder de pássaro. A realidade da relva cresce em sonho no sereno para não ser relva apenas, mas a relva que se sonha. Não vinga o sonho da folha se não crescer incrustado no sonho que se fez árvore. Sonhar, mas sem deixar nunca que o sol do sonho se arraste pelas campinas do vento. É sonhar, mas cavalgando o sonho e inventando o chão para o sonho florescer. Thiago de Mello Roubado descaradamente à Deep … Continuar a ler Coisas que roubo, sem vergonha! (2)

Coisas que roubo, sem vergonha! (1)

Se o que em mim é um cavalo, soltasse as rédeas e se despisse, talvez fosse mais fácil dormir. O que é cavalo em meu corpo se acovarda e paga tributos aos coelhos e aos pombos sem graça alguma. O cavalo que sou se cala, grunhe, rói as unhas, temeroso. Sou um cavalo parado, sobre quatro patas indecisas. E o cavalo livre, dorso brilhante e crina solta, este, planta em mim o seu leão. Roubado aqui: http://inscricoessempreabertas.blogspot.com/ mesmo agora! Continuar a ler Coisas que roubo, sem vergonha! (1)