A pequena grande Diana

Por vezes pareces pequena, a maioria das vezes és muito grande! A Diana é determinada, sabe o que quer e consegue-o. Tem brio em tudo o que faz, na vida quotidiana e na escola também. Este período conseguiu a proeza de tirar umas notas claramente monótonas, onde o nível 5 impera em todas as disciplinas, mas ninguém é perfeito! Disciplinada e autónoma passou por esta … Continue a ler A pequena grande Diana

Fumava cachimbo, lembro-me bem!

Fui trabalhar pela primeira vez para a Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal em setembro de 1998. Em Lisboa vivia-se a Expo e eu, em Setúbal, descobria um local de trabalho novo integrando a equipa do Centro de Competência Nónio Séc. XXI daquela instituição. No que hoje é um anexo da biblioteca da escola, na cave, funcionava na altura uma gráfica que … Continue a ler Fumava cachimbo, lembro-me bem!

Por vezes, sinto que uma vida não me chega!

Quem passa por aqui sabe das minhas origens humildes. Sabe também como me orgulho delas. Sabe ainda como me orgulho dos pais que tive, quase sem escolaridade. Sabe como me orgulho de ter nascido naquele cantinho de Trás-os-Montes, exactamente na família em que nasci. Sabe que fui emigrante, que os meus pais tiveram que sair e depois tiveram que voltar. Quem passa por aqui sabe … Continue a ler Por vezes, sinto que uma vida não me chega!

O Último Dia de um Condenado

Quando Victor Hugo editou em 1829, em França, o seu livro “O Último Dia de um Condenado” este não foi bem recebido pela crítica, talvez pela frieza com que retratava alguns aspectos da sociedade dessa época. Mesmo assim , poucos anos depois, em 1843, segundo a Wikipédia, foi também publicado em Portugal. Em toda a obra, Victor Hugo, nunca revela o crime cometido pelo condenado … Continue a ler O Último Dia de um Condenado

A navalha

Tocaram à campainha e fui abrir. Era um senhor dos CTT que trazia uma encomenda para mim. Disse-me que na morada faltava um “A”, no número da porta, que deveria por, da próxima vez, para evitar confusões com a casa do vizinho. Assenti, embora o costume colocar sempre. A verdade é que não esperava nenhuma encomenda! Abri. Dentro da encomenda estava uma navalha e um … Continue a ler A navalha

Parabéns, professores!

Começam dentro de dias as emissões destinadas aos alunos na televisão. Sabemos que já começaram a ser produzidas para serem transmitidas, daqui a menos de uma semana. É antes de as ver que quero dar os parabéns a todos os professores e técnicos envolvidos! As minhas felicitações não dependem da qualidade dos conteúdos, que sei que será muita, não depende do estarem mais ou menos … Continue a ler Parabéns, professores!

O melhor que soubermos, o melhor que pudermos!

Faremos todos, e estamos a fazer, o melhor que soubermos, o melhor que pudermos. Não faremos apenas coisas bem, faremos coisas. Quem faz corre o risco de errar, mas apenas quem não faz não erra! Somos forçados, à pressa, a fazer coisas para as quais não estávamos totalmente preparado. Perante isto há apenas duas soluções: Não fazer nada com a desculpa que não sabemos, que … Continue a ler O melhor que soubermos, o melhor que pudermos!

Alguém conhece uma aplicação grátis para…

É assim que começam muitas dos pedidos de sugestões de software dos professores. Estamos habituados a não pagar, ou simplesmente a pensar que não pagamos, pelas aplicações que usamos e este passa a ser o primeiro critério na hora de escolher os programas que usamos, esquecendo, muitas vezes, que não há almoços grátis. Muitas vezes, as quantias nem são avultadas, mas, para muita gente, é … Continue a ler Alguém conhece uma aplicação grátis para…

No tempo em que se davam beijos!

Houve um tempo em que as pessoas se beijavam. Na boca, algumas. Era frequente, em muitos países, quando as pessoas se encontravam beijarem-se. E havia até formas diferentes de o fazerem: desde beijos em que os lábios entravam em contacto com a bochecha da outra pessoa até àqueles que eram simplesmente atirados para o ar. Embora em Portugal o costume do beijo nos reencontros estivesse … Continue a ler No tempo em que se davam beijos!

Sim, é possível parar!

Costumo usar o Fligth Radar cada vez que o meu filho voa. De cada vez, enquanto não encontro o seu voo , descubro uma península cheia de aviões. Depois de filtrar, o dele aparece a vermelho, mas sempre um entre muitos outos. Quando pensávamos que não havia alternativa a viajarmos, quer fosse por trabalho ou por lazer, descobrimos que, afinal, é possível parar! Ainda não … Continue a ler Sim, é possível parar!