A notícia de um peido, ou um peido de notícia!

Não admiraria nada que fosse apenas uma partida de 1 de abril. Da mulher sueca, do jornal Sueco ou até da revista Sábado. Mas penso que a imprensa desce muito baixo quando publica notícias destas. Não sei se foi verdade, preferia até que fosse mentira.  Vejo a imprensa portuguesa (e não só) a aproveitar o potencial das redes sociais para nos dar mais do que de mau … Continue a ler A notícia de um peido, ou um peido de notícia!

Somos todos franceses

Aos poucos vejo as fotos de muitos dos meus amigos ficarem tricolores, como a minha. Por  cortesia do Facebook, bastam dois cliques para ficarmos com as cores da bandeira da França e fazêmo-lo porque é fácil, porque é bonito mas também, e sobretudo, acredito, porque queremos dizer aos nossos amigos, aos nossos familiares que por lá vivem que estamos com eles, que sentimos a sua … Continue a ler Somos todos franceses

O direito de ser um aldrabão!

Ouvi hoje, no Jornal das 20:00 na SIC, o Miguel Sousa Tavares defender a existência das listas VIP. Argumentava que se, por exemplo, ao comprarmos um carro alguém dissesse que não poderia dispor de determinada quantia se o vendedor tivesse acesso aos dados fiscais do comprador poderia constatar que afinal era mentira. Confesso que o argumento é válido, na minha opinião. Se souberem quanto ganhamos, … Continue a ler O direito de ser um aldrabão!

As tecnologias e o Natal….

Mudam-se os tempos e muda a forma como fazemos as coisas, sem nos apercebermos muito bem como… Hoje enviei apenas um postal de Natal pelos correios. A esta hora fiz, ou tentei fazer, uns quantos telefonemas, enviei uns sms e respondi a mensagens de e-mail com votos de festas felizes…. Penso que o tempo do SMS já tenha passado…. Não vão ser batidos, este ano, … Continue a ler As tecnologias e o Natal….

Já era tarde

Já era tarde, naquela noite de inverno, quando o telefone tocou. Estava frio, lá fora e dentro de casa também. Era noite, mais uma noite de inverno. A televisão debitava notícias sobre audições parlamentares. Sobre Salgados ou Doces que eram, ou tinham sido, ou apenas querido ser, donos disto tudo. Desligou a televisão, instintivamente, e atendeu. Do outro lado uma voz familiar começou a falar. … Continue a ler Já era tarde

À minha frente sem me ver

Sentas-te à minha frente sem me veres Na mão,  como eu,  levas um telemóvel Olhas,  escreves,  envias, ris… À minha frente sem me ver Eu escrevo isto sobre ti, que não me vês. Tu escreves algo que envias para alguém que nunca vi. Estamos aqui, mas não nos  vemos, viajamos num  comboio cheio de gente que não nos vê. Mais um toque,  uma resposta… Não … Continue a ler À minha frente sem me ver